A rede social criou hoje o Facebook Studio Award, que é aberto a todas as agências do mundo.
'As inscrições dos cases podem ser feitas até 31 de dezembro e os vencedores serão julgados por uma comissão de líderes de agências e marcas em janeiro de 2012'
O Facebook vai premiar as melhores campanhas publicitárias voltadas ao site. Isso será feito por meio do Facebook Studio, plataforma lançada há seis meses como um canal de autodivulgação e troca de ideias entre os criativos.
A rede social criou hoje o Facebook Studio Award, que é aberto a todas as agências do mundo. As inscrições dos cases podem ser feitas até 31 de dezembro e os vencedores serão julgados por uma comissão de líderes de agências e marcas em janeiro de 2012.
Os membros do Client Council (Conselho do Cliente) irão formar a base para o julgamento, junto a outros três líderes criativos e até dois representantes do Facebook.
Alguns critérios foram estabelecidos para que se possa participar da competição: o case é de cunho social? Alavanca o Facebook? Integra com outras formas de mídia? Tem escala?
Peças que atenderem aos requisitos ficarão no link ‘Spotlight’. Já os cases não aprovados serão postados no Facebook Studio Gallery.
Os vencedores ganharão um troféu. "Estamos planejando surpreender e encantar os times ganhadores", diz o Facebook.
O Studio já tem 35 países representados; as buscas por trabalhos de agências correspondem a 75% das page-views. Segundo a empresa, 1/3 dos visitantes gastam mais de 5 minutos dentro dessa plataforma e mais de 20%, 10 minutos.
Com trilha de Rolling Stones, filme é mais sofisticado e contido do que anteriores, mas não perde a piada.
São Paulo - A Nissan lança hoje à noite em TVs aberta e fechada a maior campanha do ano da empresa para promover o popular japonês March. Principal produto da montadora em 2011, o March aumenta de 23% para 63% a atuação de mercado da marca no país.
Criado pela agência Lew’Lara\TBWA, o comercial de 60 segundos tem uma versão de “Satisfaction”, dos Rolling Stones, como trilha, e tenta traduzir nas imagens e nos sons o processo de testes pelo qual passou o veículo - foram 5 mil, de acordo com a Nissan - antes de chegar às lojas.
“Exploramos o som produzido por cada teste, cada barulho de porta batendo, da direção girando, do airbag inflando entre tantos outros testes. O objetivo é passar a ideia da busca obsessiva da Nissan pela qualidade”, explica Manir Fadel, vice-presidente de Criação da Lew’Lara\TBWA.
Mais sofisticada e menos agressiva do que nos filmes anteriores, a montadora, no entanto, não perde a piada: "Você viu aquele comercial dos Pôneis?", pergunta um personagem. "Não entendi nada", diz outro.
Qual é a influência de meios de comunicação de massa, como a TV, sobre uma sociedade? Como as pessoas são mobilizadas a acompanharem um noticiário como se estivessem assistindo a uma telenovela? Os primeiros filósofos que detectarem a dissolução das fronteiras entre informação, consumo, entretenimento e política, ocasionada pela mídia, bem como seus efeitos nocivos na formação crítica de uma sociedade, foram os pensadores da Escola de Frankfurt. Max Horkheimer(1895-1973) e Theodor W. Adorno (1903-1969) são os principais representantes da escola, fundada em 1924 na Universidade de Frankfurt, na Alemanha. No local, um conjunto de teóricos, entre eles Walter Benjamin (1892-1940), Jürgen Habermas (1929), Herbert Marcuse (1898-1979) e Erich Fromm (1900-1980), desenvolveram estudos de orientação marxista.
Os estudos dos filósofos de Frankfurt ficaram conhecidos como Teoria Crítica, que se contrapõe à Teoria Tradicional. A diferença é que enquanto a tradicional é "neutra" em seu uso, a crítica busca analisar as condições sociopolíticas e econômicas de sua aplicação, visando à transformação da realidade. Um exemplo de como isso funciona é a análise dos meios de comunicação caracterizados como indústria cultural.
Em seu livro "Dialética do Iluminismo", Adorno e Horkheimer definiram indústria cultural como um sistema político e econômico que tem por finalidade produzir bens de cultura, como por exemplos os filmes, livros, música popular, programas de TV, que são considerados mercadorias estratégicas de controle social.
A ideia principal se resume em: os meios de comunicação de massa, como TV, rádio, jornais e portais da Internet, são propriedades de algumas empresas, que possuem interesse em obter lucros e manter o sistema econômico vigente que as permitem continuarem lucrando. Essas empresas vendem filmes, seriados, músicas e novelas não como bens artísticos ou culturais, mas como produtos de consumo que, igualando-se a outros produtos como calçados e roupas. Com isso, elas fazem com que as pessoas continuem sendo manipuladas pela mídia, ao invés de contribuírem para formar cidadãos críticos. Para Adorno, os receptores das mensagens dos meios de comunicação seriam vítimas dessa indústria.
Já na economia e política, a tecnologia e a ciência seriam empregadas para impedir que as pessoas tomassem consciência de suas condições de desigualdade. Um trabalhador que em seu horário de lazer deveria ler bons livros, ir ao teatro ou a concertos musicais, tornando-se uma pessoa mais culta, questionadora e engajada politicamente, chega a sua casa e senta-se à frente da TV para esquecer seus problemas, absorvendo a mesmos valores que predominam em sua rotina de trabalho. É desta forma que a indústria cultural exerceria controle sobre a massa. Como resultado, ao invés de cidadãos conscientes, teria apenas consumidores passivos.
Seguindo o caminho da publicação anterior, segue esse vídeo que é um resumão da Escola de Frankfurt. A música utilizada nos vídeos é a mesma, “Eu adoro minha televisão” do Capital Inicial, que traduz a realidade, principalmente, da população brasileira que é totalmente manipulada pelos veículos de comunicação e é dominada por um canal que produz entretenimento banal e persuasivo que aliena durante 24 horas e oculta a realidade que os rodeia.
Finalizo essa publicação com um trecho da música para reflexão.
“Ela é: meus olhos, meu coração
Estando triste ou contente
O que eu sinto, ela sente
Eu prefiro ficar
Deitado no sofá
Olhando a maravilhosa vida dos outros
Passar”.
Até onde deixamos os meios de comunicação de massa nos influenciar?
E quem disse que não é divertido estudar Teoria da Comunicação? Esse vídeo tem um som super animado e faz um resgate do pensamento da Teoria Crítica. Ele aponta a ideia de Indústria Cultural e os usos da mídia enquanto manipuladora da sociedade.
A questão a ser discutida é: Quais as possibilidades do comunicador não colaborar para a alienação dos sujeitos na sociedade capitalista?
Essa propaganda utiliza da mulher para aumentar a imaginação do consumidor da serveja e assim convencê lo de uma forma atentadora de consumir a cerveja.
Essa é uma das propagandas mais poéticas que já vi...A edição dos vídeos,a fotografia,a música inspirada em Yann Tiersen,a história narrada,a locução em francês...é perfeita...eu não consigo apontar uma crítica...ficou obra-prima!!Abração á todos, Johann !!!